Museus da FEB 70 anos depois, seria o fim de uma era?

Legião Paranaense do Expedicionário, Casa do Expedicionário, Museu do Expedicionário. Muitos nomes, mas apenas um significado. Para os curitibanos, O Expedicionário.

Sobre a instituição paranaense, disse em Curitiba um veterano em 1946:

“A necessidade de abrir para os “outros” era uma questão não apenas de sobrevivência financeira, mas também de ampliar o quadro de simpatizantes às experiências do grupo. Era abrir um leque de possibilidades para novos relacionamentos sociais. Esse foi, e ainda é, um fator importante para a manutenção da memória expedicionária no Paraná (grifo nosso). Cooperar significa pertencer a um determinado grupo”. (Thomaz Walter Iwersen, in Museu do Expedicionário um lugar de memórias (UFPR), AMARAL, Maria do Carmo, Curitiba-PR, 2001)”.

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Museu do Expedicionário e praça nos dias atuais – 2014.

O ano de 2014 deveria marcar com pompa e circunstância os 70 anos da criação da Força Expedicionária Brasileira. Mal janeiro iniciara quando nos chamou a atenção nesta ultima semana (15 de janeiro de 2014) a reportagem produzida pelo Jornal local O Metro (wwwreadmetro.com.)destacando em primeira página a situação caótica em que se encontra o Museu do Expedicionário em Curitiba após as chuvas torrenciais deste verão.

Vê-se nas fotos, o carpete ainda úmido, paredes deterioradas pelas infiltrações, situação que não é nova, mas fortemente marcada pelo transcorrer  dos anos que o imóvel antigo  não pode suportar.Corroído no tempo e pela falta de manutenção das autoridades que o abrigam, perguntamos: A quem cabe a responsabilidade? Não estamos aqui para julgar ninguém, mas quem responderia por este estado de coisas?

Temos sido testemunhas oculares da derrocada de nossos imóveis históricos, bem como dos acervos neles contidos. Faltam estrutura, verbas adequadas, projetos e equipes de profissionais preparados para atuarem. Muitos dos funcionários que permanecem nesses locais, não dispõem de uma carreira profissional sólida, outros são voluntários e trabalham por abnegação e carinho; a estes os nossos cumprimentos.

Em um país como o nosso, com milhares de problemas, as políticas públicas norteadoras estão voltadas para a saúde, educação e segurança dos cidadãos. Neste espaço pouco sobra para a cultura e ao Estado que deveria encampar a responsabilidade de mantê-los, cabe trabalhar com parcos recursos, muitas vezes ínfimos, cujas verbas não conseguem priorizar mesmo as necessidades básicas de uma instituição.

E a quem interessa um museu de guerra, como salientou recentemente o historiador César Maximiamo em um comentário no Portal FEB. Quantos museus de guerra temos no Brasil, alguém tem ideia? Onde estão guardados os objetos da guerra do Paraguai, da Revolução Farroupilha, da Revolução Federalista e de outros movimentos importantes na história política brasileira?

Acreditamos que muitos destes objetos se encontrem nos grandes museus de São Paulo e Rio de Janeiro, ou nas cidades onde os fatos ocorreram, ainda nas coletâneas do Exército e da Marinha, nas mãos de particulares de forma esparsa, pois perderam o valor no atual contexto histórico brasileiro, de um passado longínquo que não interessa a mais ninguém. Com estes acervos assim colocados, fatos recentes da contemporaneidade brasileira estão esquecidos nas vitrines, parecem tão longínquos da nossa realidade que diante de um interlocutor parecemos jurássicos quando lembramos deles. Muito deste acervo não é disponibilizado ao publico, mesmo aos estudiosos é dificultada a consulta.

O Museu do Expedicionário em Curitiba tem sido um caso singular de sobrevivência nestes tempos difíceis. Os acontecimentos nos obrigam a relatar a caminhada dos combatentes paranaenses em prol de sua sede própria, as dificuldades da época, do retorno dos combatentes do Paraná, da caminhada heroica dos idealizadores, da falta de recursos e da desconfiança da população em relação à construção de uma sede própria.

As primeiras reuniões do grupo de paranaenses ocorreram em uma modesta pensão em 1946, com a presença de 6 participantes, idealistas por sinal. Depois outras reuniões decisórias aconteceram no Britânia Sport Clube com mais expressividade, como a reunião dirigida por Aristides Felipe Simão, Ítalo Conti, Mario Montanha, José Machuca, Thomaz Iwersen, Ítalo Andersen, Albor Pimpão, Thorio de Souza Lima. O nome da instituição ainda não havia sido cogitado, portanto faziam parte da Associação dos Ex-Combatentes do Brasil, quando as idéias políticas foram deixadas de lado. Nascia assim a representatividade dos febianos em terras paranaenses, A Legião Paranaense do Expedicionário ( LPE).

Buscava a nova associação as leis de amparo, mas afrontando sempre as escusas discretas e desconfianças. A incompreensão das autoridades e de certa parte do público criava barreiras, mas não demoveu os paranaenses da justa posição de buscar a fraternidade humana.

Outros pontos convergiram para as reuniões da recém criada instituição. Algumas ocorreram na sede da Legião Brasileira de Assistência e no Tiro de Guerra Rio Branco. Em várias situações algumas reuniões foram feitas até nas ruas. A prefeitura de Curitiba acenou com um subsídio alentador, criando expectativas de soerguimento da instituição, de pagamento das dividas e da continuidade do seu trabalho em prol dos veteranos.

A vinda do gen. Cordeiro de Farias, ilustre chefe da Artilharia da FEB na Itália, para comandar a 5ª Região Militar, ajudou a manter acesa a sobrevivência da LPE, ao oferecer espaço no Q.G para as reuniões que fossem necessárias, acabou criando uma onda de apoio significativo à causa expedicionária paranaense. Em 1949 foi organizada a Primeira Convenção Estadual dos paranaenses no Centro Cultural Inter Americano.

O número de participantes surpreendeu, principalmente pela presença de muitos combatentes do interior do Estado, ocorrendo um fato inusitado: “ Alguns deles não havendo compreendido os exatos termos do convite, julgaram tratar-se de uma verdadeira convocação para a guerra, supondo que de novo achavam-se em perigo os destinos do Brasil

Era necessária a escolha de uma nova diretoria, por força dos estatutos,  uma desvinculação dos nomes, dos seus fundadores em prol de um trabalho mais abrangente, A proposta de um nome fora do círculo anterior poderia ter criado algumas expectativas, mas alguém vindo de fora, um forasteiro?  Este homem era o coronel José Machado Lopes, comandante do 9º Batalhão de Engenharia e que na Itália sagrou-se como um dos mais importantes.

A chapa de Machado Lopes foi a vencedora. A partir daí a LPE deixa um pouco a situação  itinerante para sediar-se nas dependências da Rede Viação Paraná Santa Catarina, onde foi acolhida por Machado Lopes seu diretor. A sede provisória foi inaugurada em 19 de abril de1949.

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Mal. José Machado Lopes e esposa (à frente), os expedicionários Virginia Leite, Iversen, Romeu e Barros (à esquerda) e (à direita) outro combatente. Curitiba, 1982.

A idéia da fundação da Casa do Expedicionário não era nova; a partir de 1949 ela tomou corpo. Avultou-se pelo empenho de outros personagens como Felipe Simão, Walter Iwersen, Hely Marés de Souza, Ítalo Anderson, Lauro Correia Regnier, José Dequech, Ítalo Conti, dentre tantos outros componentes das primeiras diretorias da LPE.

Em 1949 foi dada a partida para a construção da Casa do Expedicionário, com os pareceres preponderantes de Felipe Simão e João Trela, em Ponta Grossa, durante a 2ª Convenção Estadual do Expedicionário, aprovada por unanimidade e, assim, constituídas comissões para a arrecadação de fundos para a construção da Casa Monumento, de 26 de julho de1949. O objetivo maior da proposta da fundação da Casa era dar assistência aos ex-combatentes necessitados e residentes no Estado do Paraná.

No final de 1950 realizou-se um concurso para a escolha de um projeto arquitetônico para a futura Casa do Expedicionário. Cinco foram os projetos e a escolha recaiu sobre o trabalho do engenheiro Euro Brandão, de estilo mais clássico para que resistisse ao  tempo

A doação do terreno para a edificação da Casa do Expedicionário já havia sido consolidada pelo prefeito Ney Leprevost em 1948. Coube a Iwersen e Ítalo Andersen buscar no mapa da cidade um local importante para a construção, que fosse alto e pudesse ser visto pelos passantes.

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No alto do prédio a Patrulha, conjunto de estátuas de Humberto Couzo.

Poucos sabem sobre a rifa de um carro Ford modelo 1949, 4 portas na cor cinza- chumbo, que rendeu cerca de CR$ 600.000,00, e contribuiu com pelo menos com dois terços das despesas da construção final  da nova Casa. Em 15 de novembro de 1951, a Casa do Expedicionário era inaugurada, a LPE agora tinha sua sede definitiva.

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Selo comemorativo do Primeiro Congresso Nacional em Curitiba – 1953.

A LPE e sua Casa sempre caminharam juntas historicamente. Não era apenas o congraçamento dos homens que haviam combatido na Itália, como a amalgamar seus feitos em campanha, mas o respeito aos propósitos previstos em sua criação, a Casa serviria de abrigo aos ex-soldados menos afortunados pois esquecidos pelo poder público  e diante de legislação inócua  já não contemplava  a pensão  desejada por mérito os soldados.

Assim a Casa do Expedicionário, por muitos anos exerceu a função de amparo aos combatentes paranaenses, ato heroico para um momento difícil quando os companheiros não foram esquecidos.

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Virginia Leite, enfermeira da FEB. Personagem proeminente na composição do acervo do Museu do Expedicionário. Curitiba, 2008.

No andar superior uma exposição de peças, documentos e armas compunham o Museu Max Wolff Filho. Eram duas salas. Segundo Iwersen, grande aglutinador das pessoas e das idéias, em 1979 os tempos eram outros, “a fase de assistência aos companheiros carentes, já tinha sido ultrapassada, era necessária a adaptação do museu, até pelo crescimento do seu acervo e que as salas modestas já não comportavam mais. Uma negociação com a prefeitura local, a venda de terrenos no Barigui, e que pertenciam a instituição, possibilitaram o levantamento do numerário necessário para a reforma. Em 19 de novembro de 1980 era inaugurado o novo museu.

LPELegião Paranaense do Expedicionário (LPE).

Na história da LPE, da Casa do Expedicionário e de seu Museu, o que se concretizou até os nossos dias foi a participação constante do poder público e militar em todos os seus eventos. Não houve uma aproximação mais contundente com a população civil da cidade, fator preponderante para o esvaziamento da instituição, que apesar de todos os seus esforços, não colocou em prática o discurso inicial, de uma ligação mais sólida com a sociedade, conforme previam os estatutos de 1945.

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Na LPE em 1984, cerimônia cívica. Prefeito Jaime Lerner (no centro, à direita) e Benedito de Oliveira Melo (ex-combatente), com o Coral Curitiba.

Sobre o Museu do Expedicionário e outras unidades museológicas da FEB, a descontinuidade.

A FEB ao procurar preservar uma memória particular, que dizia respeito a um grupo, tornou difícil comemorar suas datas históricas que não diziam respeito aos paranaenses, ao público em geral, o mesmo ocorrendo com as demais instituições febianas pelo Brasil.

Em relação aos acervos reunidos durante décadas, apostou-se na função armazenadora dos feitos da FEB, mas isto não bastou. As instituições agindo como empresas particulares e familiares, barraram outras expectativas de ajuda e apoio. Disputas internas pelo mando, grupos opostos abandonam os projetos e mais tarde retornam com outras expectativas, mas olhando para o passado ficaram descolados do presente. A exposição dos objetos em si era motivadora, mas faltaram projetos e pessoas.

No caso do Paraná, com o convênio firmado pela Secretaria de Estado da Cultura do Paraná em 1982, foram organizadas equipes de funcionários para atuar na instituição, no caso, servidores públicos, professores, gestores e estagiários, o Museu do Expedicionário experimentou nesta fase um tempo moderno vivenciado pelos trabalhadores, sob a coordenação da Professora Carmen Lúcia Rigoni.

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Presidente da LPE major Benur Muniz (à esq.), vice-presidente Flavio Costa e a historiadora Carmen Lúcia Rigoni, quando da apresentação do estandarte FEB na Itália (2006).

A busca de uma linguagem didática dava oportunidade de atender-se às escolas, estudantes dos mais diversos níveis e publico em geral.Tentou-se propor o  novo olhar “além dos muros”. Mas os projetos findaram-se e não houve uma continuidade a contento. A acelarada transformação da sociedade, o próprio envelhecimento do grupo, as diretorias que se sucederam impossibilitaram inovações.

Nos museus congêneres da FEB, a situação também não foi diferente, muitos não conseguiram sobreviver pela falta de espaço, imóveis inadequados, ou atrelados a outras instituições que os albergavam, mas sem estruturas de funcionamento museográfico, histórico e didático, passaram ao largo da comunidade.

Em muitas unidades, foi fechado o acesso ao voluntariado ou simpatizantes, sempre considerados fontes ameaçadoras ao poder estabelecido, como bem se reportou o historiador Derek Vestito em seu artigo sobre as Associações de Combatentes da FEB sob o titulo “A Síndrome do Pequeno Poder”, onde relata o espírito atual dessas associações, dos dirigentes, muito aquém do imaginado pelos próprios combatentes em relação às suas associações, museus e acervos. ( WWW.Portal FEB)

Cito em Curitiba, a partir do ano de 2000, os empreendimentos culturais e filantrópicos, organizados por voluntários e não aceitos pela LPE. Em 2000 o professor Marcos Napolitano (UFPR) organizou um guia da exposição permanente do Museu do Expedicionário com o objetivo de uma aproximação entre os professores, e estudantes da Universidade. O professor Dennison  de Oliveira(UFPR), propôs um estudo historiográfico mais abrangente e abria caminho para o trabalho voluntário de  “guias estudantis” que seriam treinados para atender os visitantes.Tal projeto não foi adiante e olhado com desconfiança na época pelos dirigentes.

De longe e saudosa memória está o projeto mais audacioso proposto para a LPE, por simpatizantes e apoiado por vários combatentes. Entre eles Thomaz Walter Iwersen presidente da LPE na época. Tratava-se da criação da Associação dos Amigos do Museu do Expedicionário (AMEXP) em 28 de agosto de 2001, cuja  adesão inicial ultrapassava 117 pessoas, entre estes  ex-combatentes, familiares, pessoas da comunidade e do Exército Brasileiro.Sua duração foi efêmera, pois foi vista como ameaça à instituição. Assim, em 28 de maio de 2003 foi desfeita, encerrando-se assim mais um ciclo de futuro aparentemente promissor para uma instituição que não soube entender seus propósitos. Do grupo atuante em prol da AMEXP fazia parte também a atual presidente da LPE, a advogada e filha de combatente Valderez A.Ferreira. (2104)

AMEXP

Foto histórica da criação da Associação de Amigos do Museu do Expedicionário – AMEXP (2001). Presidente da LPE, Thomaz Walter Iversen; à esquerda deste, as senhoras Dalila Lacerda, Maria Amelia Junjinger, Virginia Leite e Apolo Taborda. À direita, Chloris Casagrande Justen, Olga Giopo, Hely M. de Souza e Clarete Manganhotto.

Da FEB jamais existiu uma estatística apontando quantos eram os seus museus, na verdade, não museus propriamente ditos, mas exposições de peças e documentos que marcaram um tempo.

Muitos destes pequenos museus já desapareceram, pela contingência da idade de seus responsáveis e sem continuidade de outros no prosseguimento destes ideais, os acervos foram dispersos, transferidos, sub- alocados a locais impróprios, muitos desapareceram nas mãos de pessoas pouco patriotas interessadas na venda deste material para as feiras de militária aqui e no exterior. O mais grave, ao meu ver, é a transferência de peças que estão sendo vendidas por qualquer valor pelas famílias brasileiras de ex-combatentes num crime que julgo lesa pátria, ferem nossos valores pois as que seguem para o exterior não as encontramos em nossos museus sobreviventes. Por estes infelizes aspectos abordados neste texto os museus da FEB estão entrando para o ciclo do descartável, assim como a memória, não interessam a ninguém, às autoridades e questionamos infelizmente, se realmente interessam ao povo brasileiro.

 encontro

Desfile de Veteranos da FEB em Curitiba no 20.º BIB (2007). Personagens e museus idealizados. No centro, o Gen. Italo Conti (Museu do Expedicionário, em Curitiba, 1946)); à esquerda, o Maj. Ruy Fonseca (Casa da FEB – RJ, 1963); e à direita, o Cel. Jairo Junqueira (Museu da Associação dos Ex-Combatentes de São Paulo, 1946).

Aos museus e pequenos acervos da FEB que resistiram ao tempo, na labuta diária da preservação dos feitos dos soldados brasileiros na 2.ª Guerra Mundial, o nosso reconhecimento e dizer que a guerra não está perdida! Continuem!

Algumas instituições:

Casa de FEB no RJ, ANVFEB;

Associação dos Ex-Combatentes do Brasil SP;

Museu da FEB em São Gabriel, RS;

Associação de Campinas (SP);

Associação de Petrópolis (RJ);

Associação de Florianópolis;

Museu do Expedicionário, em Curitiba (PR);

ANVFEB – Fortaleza (CE);

ANVFEB – Recife (PE);

Museu Conde dos Arcos (RJ);

Forte Copacabana (R.J);

Museu do 9.º Batalhão de Engenharia, de Aquidauana (MS);

Museu do 6.º BI de Caçapava (SP);

Museu de Jaraguá do Sul (SC);

Museu do 62.º BI de Joinville (SC)

Museu do 20.º BIB de Curitiba (PR);

Museu do 5.º RCC de Rio Negro (PR);

Museu do CMC, Curitiba (PR);

Museu de Montese (Itália);

Museu de Gaggio Montano, de particular (Itália);

Acervo Histórico do Monumento Votivo em Pistóia (Itália);

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Carmen Lúcia Rigoni

Doutora em História Cultural pela UFSC; representante da ANVFEB em Curitiba; e especialista em assuntos da FEB desde 1982.

Confira outros artigos da pesquisadora para o Portal:

Observações sobre o Museu do Expedicionário

Filme A Montanha

O Dia da Vitória em 1945 – As lições para a paz

A atuação da FEB em Montese (Itália) e a Ofensiva da Primavera

Monte Castelo: a vitória de um povo

O Dia mais longo do ano, 6 de junho de 1944

XXIV Encontro Nacional, por Carmen Lúcia Rigoni

Nota de Falecimento: Enfermeira Virgínia Leite

XXIII Encontro de Combatentes da 2ª Guerra Mundial em POA

La Forza di Spedizione Brasiliana – Monumentalística Italiana

A tomada de Montese na Itália e os correspondentes de guerra

O futuro das associações de ex-combatentes no Brasil


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3 comentários

  1. Carmen Lúcia Rigoni /

    Cabe indexar na listagem das instituições da FEB o museu de Belo Horizonte, dos magnificos mineiros e sua bela sede onde comportam tão significativo museu com peças organizadas ha muitas décadas. As nossas saudações aos seus dirigentes Presidente capitão Medrado e capitão Joel,aos combatentes, filhos e amigos desta modelar instiuição como já foi destacado em outro artigo publicado pelo pesquisador Derek Vestito em um dos seus belos artigos.
    Profa. Carmen Lúcia Rigoni.
    ANVFEB- Curitiba- pr

  2. Cesar Maximiano /

    A vocação do nosso povo é fazer samba, chutar bola e rebolar no Carnaval. Não é lembrar da própria história.

  3. Maria de Fátima Scaramella /

    Procuro a data de nascimento de Ítalo Andersen.
    Caso possua agradeço que me informe.
    Obrigada. obrigada

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