Embaixador da Polônia preside cerimônia no Monumento aos Pracinhas

Uma bela manhã luminosa marcou o Dia da Independência da Polônia e Dia do Armistício da 1ª Guerra Mundial.

Pelas mãos do Embaixador Andrzej Braiter e do Veterano Kris Gluchowski, herói do Levante de Varsóvia (1944), o pavilhão da águia sobre fundo branco e vermelho se eleva no mastro do Monumento aos Pracinhas, ao som do Hino Nacional executado pela Banda do Batalhão de Guardas – Batalhão do Imperador –  e Jeszcze Polska nie zginela (A Polônia ainda não pereceu), Polônia de Chopin, Maria Curie, Kopérnik, Zamenhof, Anilevitch e Karol Wojtyla.

Nação que resistiu sozinha a Hitler – abandonada enfrentou 70 divisões, 14 Panzer blindadas e 4 mil aviões, com apenas 34 divisões, 3 blindadas, 400 aviões e as heróicas cargas da cavalaria ligeira contra a blitzkrieg.

Recordando o Dia do Soldado Polonês (29 de agosto), as medalhas Pró-Patria, Pró-Memoria e ZWYCIESTWA-SPK Stowarzyszenie Polskich Kombatantow são outorgadas a diversas personalidades, entre as quais o General ROSENDO, Presidente da Casa da FEB, General Marcio, Diretor do Patrimônio Histórico e Cultural do Exército, General Braga Neto, antigo Adido de Defesa na PoloPolonia, Brigadeiro
Botelho, Veterano Tenente Rosenthal e Tenente Capella.

Pétalas de flores são lançadas do alto do monumento, enquanto uma coroa de flores é aposta ao Tumulo do Soldado Desconhecido.

O Toque de Silencio pungente nos faz recordar o sacrifico dos heróis das 2 Pátrias, para que pudessemos viver sob a democracia e a liberdade.

O Embaixador Braiter percorre as filas de sepulturas no mausoléu, pondo uma flor branca junto com outra vermelha, sobre as lápides de bravos soldados polono-brasileiros, que honraram o juramento de defender a Pátria, se necessário com o sacrifício da própria vida.

Assim como os brasileiros, soldados poloneses também lutaram na Itália, onde na epopéia de Monte Casino ajudaram a abrir o caminho para a Cidade Eterna, Roma.

O simbolismo da cerimônia é profundo, o Brasil também tendo sido vitima da agressão nazista, através do infame torpedeamento de dezenas de navios mercantes, com perda de centenas de vidas.

A cerimônia termina. Os últimos veteranos – 2 brasileiros e 3 poloneses retornam para casa, a memória de lutas pela democracia e pela liberdade mais uma vez honrada.

11 nov 2013

Texto e fotos
Assessoria de Imprensa
Casa da FEB
Prof Israel Blajberg
iblajberg@poli.ufrj.br
12 nov 2013


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