Pré-lançamento da obra A Cobra Vai Filmar

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Por Daniel Mata Roque¹
 
Pesquisa acadêmica na interseção entre cinema e história, buscando compreender a representação da Segunda Guerra Mundial no cinema brasileiro de ficção e as razões políticas e sociais que resultaram em uma escassa filmografia.
 
Esperamos que esta publicação venha a ser útil no estudo acadêmico, no conhecimento geral e no incentivo para que surjam novas produções cinematográficas sobre a Segunda Guerra Mundial.
 
Na primeira parte, Guerra ao cinema de guerra, objetivamos entender as razões políticas e sociais que levaram o Brasil a possuir uma cinematografia limitada a seis obras ficcionais sobre a Segunda Guerra, analisando como o Estado Brasileiro interferiu na produção.
 
Na segunda parte, Os Pracinhas na Tela, nos propusemos a analisar, sob a definição de cinema de guerra, a produção cinematográfica brasileira sobre a Segunda Guerra, particularmente nas obras Sangue, amor e neve e A Estrada 47.
 
Prefácio do presidente da Academia de História Militar Terrestre do Brasil – Seção Rio de Janeiro, Professor Israel Blajberg.
 

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¹Daniel Mata Roque nasceu no Rio de Janeiro em 1994. Graduado em Cinema e pós-graduando em Ciência Política, pesquisa a interseção entre o cinema nacional e a história da Segunda Guerra Mundial. É diretor da Pátria Filmes e atua em instituições como a Academia de História Militar Terrestre do Brasil, a Associação Nacional dos Veteranos da FEB e o Instituto de Geografia e História Militar do Brasil.

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