Os Bragantinos na FEB

“…A Segunda Guerra Mundial persiste, até hoje, como um dos mais fascinantes períodos de nossa história. A idéia de países se unindo para derrotar um inimigo em comum, por si só, já é um tema capaz de conquistar a atenção e o interesse do leitor comum. Mas quando nos são oferecidas as pequenas histórias, isoladas pela memória de um ou dois protagonistas, singelas aventuras que jamais ganharam as páginas dos jornais ou de livros de história, então ganhamos algo mais do que um relato duro e objetivo do que foi o conflito mundial – passamos a sentir o sabor de cada experiência, entendemos as emoções que motivaram cada gesto, absorvemos um pouco do orgulho e medo contido no coração de cada soldado, arquivamos em nossas próprias memórias  as recordações que não são nossas, mas que aceitamos como se fossem.

Este livro, A Casa das Laranjas, faz exatamente isso. Embora com as necessárias pinceladas sobre o Exército Brasileiro aceitou a missão imposta pelo presidente Getúlio Vargas e enviou a Força Expedicionária Brasileira para a Itália, o quadro aqui pintado prima pelos detalhes, pelos episódios narrados – de forma simples e humana – por quem os viveu. Transporta-nos de tal maneira para o cotidiano dos pracinhas de Bragança Paulista desde o momento de suas convocações até o momento esperado no retorno às suas famílias, que fica difícil não marejar os olhos no final de cada capítulo.

Sendo assim, não resista. Mergulhe nas páginas internas e se deixe envolver por esse relato sobre essa época que jamais foi abordada sobre o prisma escolhido pelo autor: a Segunda Guerra vista pelos bragantinos…”

Marcos Ramos

Jornalista

 

SINOPSE

Na noite de 28 para 29 de junho de 1944, Moura, Bonventi, Raul Rosa, João Léo e mais trinta e quatro bragantinos estavam entre os milhares de recrutas que jogavam o saco A nas costas e caminharam para os vagões sem luz e com janelas cerradas, pilheriando e se queixando do peso da bagagem, enquanto o saco B era despachado com peças de roupa e equipamento de reposição. Mas, ainda que caçoassem ou fizessem pouco, um pensamento os incomodava: “será hoje?”

Quando o trem parou no Cais do Porto, nas proximidades da Praça Mauá, se encaminharam para a área de embarque, totalmente isolada, e tentavam ler no rosto dos policiais militares que os cercavam a resposta para a dúvida que os afligia.

A visão do enorme navio de transporte, com suas escadinhas estreitas que pareciam levar a um patíbulo, só aumentou o mal-estar. Um vazio no estômago, misturado a uma estranha excitação, foi acometendo a todos ao se darem conta do quanto era precário o domínio da própria vida.

RELAÇÃO DOS BRAGANTINOS QUE INTEGRARAM A FEB

ADÃO DE CAMARGO

(Bragança Paulista, 20/01/1920 – 13/12/1976)

Cabo enfermeiro, após realizar curso no quartel da Rua Alfredo

Pujol, em São Paulo.

Embarcou no 1º Escalão.

Nascido no bairro do Couto, trabalhava na Têxtil Santa Basilissa quando da convocação e morava no bairro do Lavapés.

ALFEU FERREIRA

Vivia em Bragança quando da convocação, embora não fosse nascido na cidade.

Seguiu com o 2º Escalão, alistado no 11º R.I.

Condecorado por bravura.

ALFREDO LINO DE CAMARGO

(Bueno Brandão – Bragança Paulista, 05/10/43)

Morava e trabalhava no início da R. Cel. Teófilo Leme, próximo ao Lavapés, onde estava instalada a Barbearia Fulgor, e sua família. Convocado na primeira leva, morreu afogado no Rio Paraíba durante o período de treinamentos em Caçapava.

AMÉRICO SOARES ACEDO

 (São Paulo, 23/02/1921 – Bragança Paulista, 06/09/1981)

Motorista da CPP II/6º R.I. – 1º Escalão.

Trabalhava no armazém de seu pai, Paco, na esquina da R. Barão de Juquery com o Lavapés, onde morava.

 ANTONIO ESTEVES

(Bairro da Caixa D’Água (atual Iara), Jarinú. 22/04/1922 –

São Paulo, 03/03/1965)

Morava em Vargem, onde seu pai era Chefe de Estação.

Seguiu para a Itália no último escalão.

Foi ferroviário por toda vida, tendo trabalhado na São Paulo Railway e na ferrovia Santo-Jundiaí. Era chefe da Estação de Perús quando faleceu.

 ANTONIO HUNGER DE OLIVEIRA

(Atibaia, 16/09/1922 – Bragança Paulista, 06/08/1992)

Rádio-operador, seguiu com o último escalão, integrando o Depósito de Pessoal, estacionado nas imediações de Pisa.

Trabalhava como escriturário na Têxtil Santa Basilissa quando da convocação.

ANTONIO LA SALVIA

(Bragança Paulista, 17/08/1921 – 13/09/1990)

Cabo da 2ª Cia. I/6° R.I. – 1° Escalão.

Morava na Rua Cel. João Leme e trabalhava na farmácia

São João, de propriedade de seu tio João Diniz, na Rua do Mercado, ao lado do bar do João de Bellis (onde posteriormente seria instalada a Padaria Bragança).

ANTONIO LEITE DE ALMEIDA

(Monte Alegre – Bragança Paulista, 25/06/1990)

Embarcado no 2º Escalão.

Após a convocação esteve em Caçapava e Taubaté.

Trabalhava no Instituto Brasileiro do Café e cursava, por correspondência, o 2º ano do curso de Direito da Faculdade de Bauru.

Como já era sacristão, desempenhou a função de auxiliar de um capelão na cidade de Pistoia.

 ANTONIO DA SILVA LEME

(Pedra Bela, 22/07/1921 – 23/03/2000)

Incorporado à CPP I/6º R.I.

Morava no Bairro dos Limas, em Pedra Bela (então distrito de Bragança), onde trabalhava na lavoura, quando convocado.

Posteriormente, foi funcionário dos correios naquela cidade.

AUGUSTO FAUSTINO PINTO

(Bragança Paulista, 30/05/1915 – falecido em São Paulo)

Incorporado à CPP I/6º R.I.

Trabalhava no armazém dos irmãos Arruda, em frente ao Mercado Municipal, quando foi convocado.

Esteve em Caçapava e Taubaté no período de treinamentos.

BASÍLIO ZECCHIN JR

(Rio Claro, 07/12/1919 – Porretta Terme, 18/02/1945)

Embarcou com o 1º Escalão.

Incorporado à Companhia de Serviços do 6º R.I., onde trabalhava na manutenção de viaturas.

Promovido a cabo por ter curso de mecânica, fez, ainda, curso de motorista no Morro do Capistrano durante a estadio no Rio de Janeiro.

Morava na Rua Cel. Leme e trabalhava, junto do irmão César, na Casa Zecchin – de propriedade de sua família – na Praça Raul Leme.

Morto na Itália.

CHRISTOVAM LOPES HERRERA FILHO

(Bragança Paulista, 05/05/1920 – 30/07/1991)

Fez curso de enfermagem no quartel da Rua Alfredo Pujol,

em São Paulo, sendo promovido a cabo. Integrado ao 6º R.I., embarcou no 1º Escalão.

Morava em uma pensão na Rua Cel. João Leme.

Formado em contabilidade pela Escola de Comércio Rio Branco, trabalhava no Banco Comercial de São Paulo, na Praça Raul Leme, quando foi convocado, passando por Caçapava e Taubaté.

DANTE FRANCISCO CHIARIONI

(Bragança Paulista, 18/05/1921 – 04/06/2005)

Motorista da Companhia de Serviços do 6º R.I.

Embarcou no 1º Escalão.

Morava no final da Rua do Mercado.

DÉCIO CONCEIÇÃO SANTOS

(Bragança Paulista, 03/07/1921 – 08/10/1948)

Serviu em Quitaúna e foi integrado ao Grupo de Artilharia Divisionária.

Embarcou com o 2º Escalão.

Foi policial, da cavalaria, na cidade de São Paulo, sendo convocado logo após abandonar esta corporação.

Morava no bairro do Taboão.

Suicidou-se poucos anos após a guerra.

DÉCIO DALTRINI

(Jarinú, 09/11/1920 – Bragança Paulista, 01/04/1996)

Cabo enfermeiro, serviu no PS-1 Avançado do 6º R.I.

Permaneceu por breve período em Caçapava, tendo em seguida feito o curso de enfermagem na 2ª Formação Sanitária do Cambuci, em São Paulo.

Trabalhava com o irmão Cássio no bar de sua família, na Praça Raul Leme, onde residiam.

 

DEMERVAL DE OLI VEIRA LEME (ZICO)

Cabo motorista da Companhia de Serviços da 6º R.I.

Embarcou com o 1º Escalão.

Havia servido anteriormente no Mato Grosso. Foi convocado já como cabo. Esteve em Caçapava e Taubaté.

DOMINGOS ACEDO GARCIA (MINGO)

(Bragança Paulista, 01/02/1920 – 02/11/1979)

Inicialmente incorporado ao 3º Batalhão, seguiu para Lins.

Posteriormente, transferiu-se para a 2ª Formação Sanitária do Cambuci. Fez parte, junto dos bragantinos Oswaldinho Arruda – que não integrou a FEB – e Moacyr Mendes Oliveira, o Cyro, do time de futebol desta Formação.

Seguiu no 1º Escalão e serviu como soldado enfermeiro do 6º R.I.

Jogou no Clube Atlético Bragantino.

FRANCISCO SCIOLA

(Bragança Paulista, 05/03/1921)

Serviu na 9ª Cia. III/6º R.I., tendo permanecido em Lins no período de treinamento.

Embarcou no 1º Escalão.

GENOR BRAJON

(Joanópolis, 16/08/1922)

Embarcou com o 2º Escalão, incorporado ao 1º R.I., o Regimento Sampaio.

Participou de duas subidas ao Monte Castello, tendo sido ferido na segunda.

Trabalhava com o pai, puxando lenha do bairro da Vargem Grande, na Mãe dos Homens, e residia no Lavapés quando da convocação.

 

GERALDO GENÉSIO DOS SANTOS (CAIXA)

(Bragança Paulista, 27/08/1919 – 25/06/1991)

Integrava a Companhia de Serviços do III/6º R.I.

Embarcou com o 1º Escalão.

Morava na Vila Aparecida e trabalhava em uma loja de calçados na Rua do Mercado quando foi convocado.

HARRY FERNANDES

(Bragança Paulista, 07/03/1920 – falecido em São Paulo)

Embarcou com o último escalão, integrando o Depósito de Pessoal.

JOÃO DURAN ALONSO

(Piracaia, 20/11/1920 – Bragança Paulista 02/03/1972)

Incorporado ao 3º Batalhão, passou o período de preparação em Lins, onde concluiu o curso de cabo.

Seguiu com o 1º Escalão.

Após o sargento de seu grupo ser ferido em uma patrulha, na qual foram aprisionados soldados inimigos, foi promovido a 3º Sargento por merecimento.

Trabalhava na Têxtil Santa Basilissa e morava na Rua Dr. Clemente Ferreira quando da convocação.

JOÃO NOGUEIRA GONÇALVES DE SOUZA

(Bragança Paulista, 06/07/1921 – falecido em São Paulo)

Incorporado a 3ª Cia. I/6º R.I.

Concluiu curso de cabo em Taubaté.

Embarcou no 1º Escalão.

Trabalhava na fazenda do pai, no bairro das Sete Pontes e morava na Rua Cel. Leme.

JOÃO PEREIRA DA SILVA JR. (JOÃO LÉO)

(Bragança Paulista, 23/12/1921 – data de falecimento desconhecido

Serviu como cozinheiro na Companhia de Comando do I Batalhão do 6º R.I.

Embarcou no 1º Escalão.

Morava na Rua Cel. Teófilo Leme e trabalhava na Têxtil Santa Basilissa.

É o autor das cartas inseridas no livro.

JOSÉ ANTONIO DI PRÓPRIO (ZÉ GRANDÃO)

(Bragança Paulista, 29/12/1922 – 07/01/1991)

Embarcou no 1º Escalão, incorporado ao II Batalhão do 6º R.I.

Morava e trabalhava em uma fazenda no Bairro da Mãe dos Homens.

JOSÉ CAPODEFERRO

(Bragança Paulista, 29/05/1920 – 07/08/1985)

Incorporado ao III Batalhão do 6º R.I., tendo permanecido em Lins no período de treinamento.

Embarcou no 1º Escalão.

JOSÉ FRANCO DE MACEDO (ZÉ MACEDO)

(Bragança Paulista, 05/10/1921 – 23/08/1965)

Motorista da CPP I/6º R.I., transportava munição para a linha de frente.

Sofreu acidente no Vale do Reno, quando seu jipe caiu por uma ribanceira. Foi hospitalizado, mas não teve ferimentos mais sérios.

Morava na Vila Aparecida, proximidades do Morro da Biquinha, e trabalhava como eletricista para a Casa Zecchin antes da convocação.

JOSÉ LAMARTINE CINTRA

(Bragança Paulista, 26/07/1916 – 22/02/2005)

Embarcado no último escalão, integrou o Depósito de Pessoal.

3º Sargento do Serviço de Transmissões. Trabalhava e morava em São Paulo quando da convocação.

LÁZARO VERONESI

(Tuiuti)

LUIZ CAETANO DE MOURA

(Bragança Paulista, 01/12/1921)

Cabo motorista da 1ª Cia. I/6º R.I.

Embarcou no 1º Escalão.

Trabalhava no depósito de lenha do pai, na Rua José Domingues, próximo à sua residência, quando da convocação.

LUIZ EUFRÁLIO RAIMONDI

Incorporado na CPP II/6º R.I.

Embarcou no 1º Escalão.

Ferroviário, trabalhava na São Paulo Railway e morava na capital do Estado.

LUIZ DE LIMA

(Tuiuti)

MOACYR MENDES DE OLIVEIRA (CYRO)

(Bragança Paulista, 12/12/1919 – 18/05/1994)

Inicialmente designado para o III Batalhão, em Lins, foi transferido para a 2ª Formação Sanitária do Cambuci, onde integrou o time de futebol daquele quartel, junto com os bragantinos Domingos Acedo Garcia, o Mingo, e Oswaldinho Arruda, que acabou não integrando a FEB.

Cabo enfermeiro.

Embarcou no 1º Escalão.

Nascido no bairro da Ponte Alta, residia na Rua Cel. Leme, próximo ao Grupo Dr. Jorge Tibiriçá, e trabalhava como contador na Prefeitura Municipal, situada na Praça José Bonifácio.

MOACYR PINHEIRO

(Tuiuti, 13/01/1921)

Cabo da 3ª Cia. I/6º R.I. Concluiu curso de cabo em Taubaté.

Embarcou no 1º Escalão.

Já na Itália, foi transferido para a Companhia de Comando do I Batalhão.

Residia em Tuiuti, então distrito de Bragança, e trabalhava no Cartório de Registro Civil daquela localidade.

NORMANDO BONVENTI

(Bragança Paulista, 09/09/1919 – 14/06/2008)

Fuzileiro de uma peça de metralhadora da 1ª Cia. I/6º R.I.

Embarcou no 1º Escalão.

Residia na antiga Rua dos Porcos (R. Prof. Luiz Nardy) e trabalhava na loja de ferragens de Leôncio Certain, instalada na Praça Raul Leme, onde depois foi o Cine Bragança.

OLYMPIO FERREIRA CINTRA

(Bragança Paulista, 01/11/1917 – 18/11/1997)

Motorista do I Batalhão do 11º R.I.

Adoeceu na Vila Militar, no Rio de Janeiro, e acabou embarcando com o 2º Escalão.

Vivia na Fazenda Santa Cristina, no Bairro do Biriçá, de propriedade de sua família.

 

OTÁVIO PEREIRA LENTE

(Monte Alegre, 25/09/1920 – Bragança Paulista, 27/11/1993)

Incorporado à CPP I/11º R.I.

Embarcou no último escalão e participou da tomada de Montese.

Trabalhava no Bar Rosário, de propriedade do padrasto, e residia ao lado.

RAUL ROSA

(Bragança Paulista, 20/08/1921 – 20/06/2008)

Integrava a CPP II/6º R.I. Permaneceu durante todo o tempo de treinamento em Caçapava.

Embarcou no 1º Escalão.

Promovido a cabo, por merecimento, na Itália.

Residia na Rua Cel. Teófilo Leme, próximo ao Lavapés, onde a família possuía um depósito de fumo. Criava gado de engorda no bairro do Toró.

RICIERI ZADRA PINIANI

(Bragança Paulista, 19/08/1921 – 09/03/1982)

Incorporado à CPP I/6° R.I.

Embarcou no 1º Escalão.

Trabalhava e residia no bairro da Ponte Alta, onde plantava arroz.

SEBASTIÃO AP. DE SOUZA

(Nascido em Atibaia e falecido em São Paulo)

Integrava a 2ª Cia. I/6º R.I.

Embarcou no 1° Escalão.

SYLVIO BALLESTRERI JR.

(Bragança Paulista, 20/09/1919 – 08/06/1998)

Incorporado à CPP III/6º R.I.

Permaneceu em Lins durante o período de treinamento.

Embarcou no 1º Escalão.

Morava na Rua da Palha (atual Cel. Assis Gonçalves) e trabalhava com o pai, no bairro do Uberaba.

THEODOMIRO CARLOS DE OLIVEIRA (MANDÍ)

(Bragança Paulista, 01/01/1921 – 29/06/1993)

Serviu na Companhia de Comando do I/6º R.I.

Embarcou no 1º Escalão.

Morava na Rua do Mercado e trabalhava em um depósito de fumo, nas proximidades.

VAIR DUARTE

(Bragança Paulista, 04/07/1921 – 21/05/1986)

Incorporado à 2ª Cia. I/6º R.I.

Embarcou no 1º Escalão.

Ferido na tomada do Soprassasso.

Residia nas proximidades da Igreja Presbiteriana, no início da Rua do Comércio.

Trabalhava como auxiliar na alfaiataria de seu padrinho Ernesto Mascaretti, na Rua Dr. Cândido Rodrigues.

VICENTE BERNARDI

(Bragança Paulista, 31/05/1919 – 19/01/2000)

Serviu na CPP III/6º R.I.

Embarcou no 1º Escalão.

Morava na Rua José Domingues, no bairro do Taboão, onde trabalhava no armazém de seu pai. Sua família possuía ainda outro armazém no Bairro do Arraial, em Tuiuti.

 

CONVOCADOS QUE SERVIRAM NO LITORAL BRASILEIRO

JOÃO LEITE TEIXEIRA VALENTE

(Monte Alegre – Bragança Paulista, 08/09/2007)

Residia em Monte Alegre, então distrito de Amparo.

OVÍDIO DAOLIO

(Monte Alegre, 29/04/1920 – Bragança Paulista, 25/06/2007)

Residia também em Monte Alegre, onde trabalhava com os irmãos no armazém do pai.

Sorteado para o serviço militar em 1941, serviu como cabo no 2º e no 3º Regimento de Artilharia Antiaérea. Esteve estacionado em São Paulo, Recife, Fernando de Noronha e Natal, sendo licenciado em abril de 1945.

 

O Autor:

Márcio José Celestino Faria nasceu em São Paulo, em 1967, e cresceu em Bragança Paulista. Foi atirador 112 do Tiro de Guerra, quando serviu em 1985. Sempre interessado nas guerras ao longo da história, fez do tema um de seus objetos de estudo prediletos.

Casa das Laranjas é o seu primeiro livro.

Contato:

celestinofaria@bol.com.br

contato@acasadaslaranjas.com.br


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20 comentários

  1. Meus parabéns ao autor: Márcio josé Celestino Faria!

  2. Cesar Campiani Maximiano /

    Este trabalho é simplesmente sensacional, pela sensibilidade do autor, sua preocupação com a memória local e da FEB, pelo próprio trabalho de pesquisa, incluindo o resgate da iconografia.

  3. Eu tenho o meu exemplar autografado pelo autor e pelo veterano Luiz Moura. Inclusive, os dois participaram da comemoração em homenagem aos veteranos de Socorro/SP ano passado :D

  4. Wanderley /

    Prezado autor…..sou sobrinho de Normando Bonventi, filho de seu irmao Renato Bonventi…apreciaria adquirir dois exemplares de seu interessante e historico livro.Grato em posicionar-me.Wanderley

  5. Achei muito interessante este site.
    Nessa mesma época meu avô Joaquim Correia de Moraes natural de Bragança,(destrito de Tuiuti)foi convocado pelo exército e serviu 6 meses no segundo BCCL em Caçapava e depois no segundo BCCDM no Rio de Janeiro durante 1 ano e meio até 1946.
    Parabéns pela publicaçao.

  6. Luiz Antonio de Oliveira /

    sou fiho do soldado Theodomiro Carlos de Oliveira ( mandi)
    não encontrei fotod demeu pai, caso necessite, teri muito prazer de fornece-lo.Hoje moro em São Caetano do Sul.
    Mas minha cunhada, mora na Rua José H.P. Guimarães.
    Nos possuimos fotodemeu pai com a farda.
    Gostariadever a fotoneste documento muito importante.
    Muito obrigado.
    Goatariade deobter uma resposta

  7. valdeci gonçalves /

    Adorei tenho um amigo com 91 anos de idade que esteve nos campos de batalha na ITALIA, esse meu amigo vivo com 91 anos lucidos, morarador de bragança paulista, Sr. LUIZ CAETANO DE MOURA, Sr. ( LUiz Taubaté), o nome da sua viatura…..um abraço á todos

  8. valdeci gonçalves /

    Gente em Bragança Paulista, ainda tem ex-combatentes vivos, vamos dar sobre vidas á esses heróis, tenho nomes de Bragança Paulista, sr. LUIZ CAETANO DE MOURA, Sr GENOR BRAJON , Sr. PINHEIRO, e o senhor SCIOLA , que não esta bem de saude…………..para saber quem valoriza nossos heróis, deixo para o brasil , meu email dugoncalvesbrgig.com.br

  9. valdeci gonçalves /

    Aprendi uma coisa nesta vida, com sr. (Luiz Taubaté) amar um sr. de 91 anos, è saber á viver graças a deus, estou aprendendo, quem dera eu sobreviria á uma guerra, sr. Luiz Caetano de Moura, te AMO DE PAIXãO, como o sr. faz em poesia, não vai rimar mas eu te amo.

  10. valdeci gonçalves /

    Cara fico triste, por não ter comentarios, sobre oque o brasil, fez pelos seus jovens de 91 anos de idade, que lutaram por uma democracia, que na época éra facista, pelo nosso presidente GETULIO, fico triste, pelos caboclos que foram para uma guerra sem saber o porque……..quem sabe se bragantinos lerem O LIVRO ( CASA DAS LARANJAS) vão dar mais valor para nossos heróis, o Prefeito DELEGADO, vc não serve como eu limpar uma arma desse ultimos heróis… DU

  11. valdeci gonçalves /

    Dia 8 ta chegando O PREFEITO DELEGADO, não esqueça dos nossos bragantinos que lutaram na segunda guerra, nem sei se vc sabe que existiu, vou te cobrar, abraços DU

  12. Estou aproveitando a fotografia dos soldados Américo e Mingo Acedo( meu cunhado) para inserir no meu livro: ” Memórias de um menino quase feliz” que, publicarei em breve.

    Elvio Santiago- Escritor- nascido em Bragança e residente em Jundiaí

  13. Tenho o autógrafo do Moura :)

  14. Gustavo Ferreira /

    Vou procurar esse livro para saber mais da batalha no qual meu avô, o finado Alfeu Ferreira, participou… Guardo comigo até hoje um presente dele: a sua Cruz de Combate de 2ª classe!

  15. Sou neta de ex combatente Luiz de Moura Palha, meu pai nao o conheceu, minha avo era enfermeira no hospital do exercito de cacapava. E uma historia muito triste, porem tenho curiosidade de saber um pouco , somente quem viveu naquela epoca pode dizer se os conheceram e contar como foi a historia deles. Se alguem do passado puder me ajudar, eu so posso agradecer de todo o meu coracao e minha alma. Muito obrigada.

  16. Alessandro Franco /

    Boa tarde, Sr. Marcio
    Durante suas pesquisas encontrou algo relacionado ao Barão de Juquery (Francisco de Assis do Vale Junior), imagens informações familiares,etc
    Fico no aguardo, obrigado.
    Att

  17. Marcio Faria /

    Alessandro, minha pesquisa foi sobre os expedicionários e o Barão de Juquery, pelo pouco que sei, viveu no fim do século XIX em Bragança Paulista.
    Indico o Centro de Documentação da Universidade São Francisco – CEDAPH -, onde certamente você achará material a respeito dele.

  18. Marcio Faria /

    Peço desculpas pelos comentários anteriores que não respondi e agradeço muito o interesse e os elogios.
    Quem quiser entrar em contato comigo, basta me escrever no e-mail celestinofaria@bol.com.br

  19. Felipe Augusto de Oliveira /

    Fico muito feliz de ver essa bela homenagem aos nossos expedicionário, ótimo trabalho! E achei legal as fotos inclusive a mais legal que achei foi justamente do meu tio-avô Francisco Sciola (foto segurando a arma) Parabéns pelo trabalho.

  20. Parabéns pela matéria, vale a pena lembrar que a maioria dos pracinhas foram homenageados ao receber nome de rua em Bragança Paulista.

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