Intentona Comunista de 1935 – 76º Aniversário

                   Nós, integrantes do Clube Militar, relembramos o triste capítulo da História de nosso Brasil e afirmamos que as Forças Armadas, as mesmas de ontem e de hoje, permanecem prontas para impedir a repetição de tão lamentável episódio. Enfatizando a verdade, é importante que não se olvide a torpe Intentona Comunista de 1935.

Há setenta e seis anos, a traição, o assassinato a sangue-frio e a covardia foram os instrumentos utilizados por traidores do solene juramento de respeitar os superiores hierárquicos, de tratar com afeição os irmãos de armas e com bondade os subordinados. Mataram camaradas durante o sono, dentro das “casas onde homens vivem em comum, comendo do mesmo alimento, dormindo em leitos iguais”, recintos sagrados que compartilhavam com aqueles que os chamavam de irmãos.

A exacerbação da sanha assassina dos militares sediciosos, contra companheiros de farda, foi motivada pela impregnação da ideologia marxista-leninista.

Naquele trágico novembro de 1935, lutou-se, principalmente, na Praia Vermelha e na Escola de Aviação do Exército, no Rio de Janeiro, então Capital Federal. O imponente quartel do 3º Regimento de Infantaria, trincheira do inimigo interno, precisou ser bombardeado pelas forças legais. Combateu-se, também, em Natal e em Recife.

As Forças Armadas mostraram-se, então, como a GRANDE BARREIRA a impedir o intento de transformar o Brasil em ditadura comunista como ocorreu novamente em 1964.

Fanáticos revanchistas, na busca do mesmo objetivo de ontem, procuram, hoje, distorcer aquele, e outros fatos recentes da História. São falsos paladinos da justiça, da liberdade e dos direitos humanos os quais nunca respeitaram.

Cegos pela mesma ideologia de ontem, aproveitando-se das vigentes liberdades democráticas, lançam mão de todos os meios para atiçar a vingança contra os que os derrotaram.

Com a atual “Comissão da Verdade”, tentam disfarçar o ódio, fingindo buscar a conciliação que repudiam e que lhes foi estendida desde a LEI DA ANISTIA.

A presença maciça de cidadãos brasileiros, fardados ou não, na sexta-feira última no evento na Praia Vermelha, no Rio de Janeiro, demonstrou, mais uma vez, o repúdio da população a ideologias que nos afastem da verdadeira democracia.

Colaborador: revista@clubemilitar.com.br


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1 comentário

  1. Guilherme Bezerra /

    Parabéns pelo texto, infelizmente hoje em dia essa historia foi distorcida, eu não vivi nessa epoca mas agradeço pelo feito pois escuto historias do meu avô e meu pai q vivenciaram e sei muito bem qual ea verdade, e muito provaelmente se não tivesse haivido a reolução teriamos passado maus momentos nas mãos desses comunistas que queriam toma o poder.
    Por isso sou extremamente grato aos generais ea todos os que participaram da reolução de 64.
    Guilherme Bezerra
    Bagé-RS

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