Centenário da Capitão Enf Virgínia Maria de Niemeyer Portocarrero

A Enfermeira que cuidou de heróis na II Guerra Mundial
 
O evento foi organizado e com presença marcante do Setor de Enfermagem, notadamente Entidades da área, Escolas, Cruz Vermelha, organizações civis e militares, bem como pessoal ligado à FEB, sob a inspiração de Anna Nery e Florence Nightingale.
 
Momentos emocionantes em que a Enf Virginia ao ser condecorada, como que despertou de seus pensamentos, elevou o rosto, e olhando para a frente, sua expressão facial se iluminou, com os lábios parecendo tentando esboçar um suave sorriso.
 
Aos 100 anos, ela pôde permanecer apenas pouco tempo, mas sua vida e história foram amplamente lembradas no excepcional documentário de Daniel Mata Roque, e nas diversas falas dos vários oradores que se sucederam.
 
Virginia recebeu muitas flores, e muitas lágrimas foram vertidas pelos presentes, ao contemplar sua expressão meiga e doce, serena mesmo em face do peso dos anos, ainda que sem saber ao certo o quanto ela poderia talvez discernir de como era admirada e amada por todos que ali se encontravam.
 
Sua simples presença emoldurando os relatos dos oradores, teve o dom de fazer o publico quase que sentir de perto as agruras da guerra, na descrição das missões das enfermeiras, do carinho e espírito humanitário com que serviram ao próximo, e de quanto sofreram os pracinhas feridos, tantos mutilados, cegos, mentalmente prejudicados, cujo reconhecimento tardou demais, ou as vezes nem lhes chegou em vida.
 
As entidades realizadoras merecem todo reconhecimento por este evento, cujo capital simbólico foi altamente significativo, na medida em que aborda um dos aspectos mais tocantes da participação do Brasil na 2ª. Guerra Mundial, qual seja o dos homens e mulheres de uniforme branco, credores de não apenas um, mas dois juramentos: o primeiro, que todo militar presta, de defender a Pátria se necessário com o sacrifício da própria vida, e o segundo, não menos importante, de honrar suas nobres profissões, tratando e curando, a dor dos que sofrem.
 
 
Texto: Israel Blajberg
Assessoria de Comunicação Social – Casa da FEB
 
Imagens: MNM2GM
 

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