Aberto oficialmente o Museu da Casa da FEB

Aberto oficialmente o Museu da Casa da FEB – RIO, com inauguração da Biblioteca ROBERTO CAMPOS e Homenagem a Equipe de Produção de “Estrada 47″ 

A Casa da FEB viveu momentos festivos em 11 set de 2014, com evento sócio-cultural de inauguração do Museu totalmente renovado e reformulado, inauguração da Biblioteca ROBERTO CAMPOS, especializada na temática da FEB, e entrega das Medalhas do Mérito FEBiano ao Diretor Vicente Ferraz e Produtora Isabel Martinez, do filme de ficção “Estrada 47″, ambientado na Itália de 1944/45, onde a FEB combateu incorporada ao 5th US Army.

Usaram da palavra o Gen Rosendo e o Conselheiro Breno Amorim, Diretor da empresa TECHNOLAC, patrocinadora da Casa da FEB.

O Presidente abriu o evento, foi tocada a abertura de ‘Fanfare for the Common Man´ , realizando-se a entrega da medalha pelo Dr Breno, seguindo-se agradecimentos do diretor do filme e o coquetel bastante animado.

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Texto e Fotos: Israel Blajberg

“Conspira contra sua própria grandeza, o povo que não cultiva seus feitos heróicos”


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1 comentário

  1. Carmen Helena Ribeiro de Carvalho /

    Assim como os soldados da FEB são homenageados, aquelas vítimas da explosão que ocorreu em 22 de julho de 1943, em Caxias do Sul – RS, tanto as que faleceram, dentre elas minha tia Maria Amanda Bohn, quanto as que sobreviream, dentre elas a inha mãe, naquela data, Laura Leocádia Bohn, hoje, Laura Leocádia de Carvalho. Naquela época a empresa Gazolla foi convocada pelo Presidente Getúlio Vargas para a fabricação de armas para o Exército. A fábrica explodiu e uma tragédia aconteceu, nunca explicada. Mulheres entre 14 e 21 anos morreram, em virtude da mesma, um crime, segundo entendo, porque adolescentes foram postas a trabalhar na fabricação de armas e minha mãe, até hoje, é uma sequelada física e emocional do que aconteceu. Mais, ainda, hoje, já idosa, com problemas psiquiátricos em função do acontecido. Nunca teve reconhecimento de autoridades pelo que passou, nem o reconhecimento material e muito menos o reconhecimento emocional. Temos vítimas, ainda, vivas, da estupidez humana e que foram abandonadas a sua sorte. Onde encontrar justiça para tal injustiça !!!! ????
    Atenciosamente,
    carmen Helena Ribeiro de Carvalho.

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