52º Aniversario do Monumento aos Pracinhas

Em uma singela cerimônia, com a presença de ilustres convidados, aconteceu na sexta-feira 03 de agosto de 2012, a Sessão Solene Comemorativa do aniversário de criação do Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial. A Solenidade contou com a palestra do Cel ROBERTO MASCARENHAS DE MORAES, neto do Comandante da Força Expedicionária Brasileira e idealizador daquele importante Espaço Cultural da Cidade do Rio de Janeiro. Abrilhantou o evento a participação do VOZES DO FORTE, o magnifico Coral do Forte de Copacabana, que interpretou entre outras obras, o Trenzinho Caipira de Villa Lobos e trechos da Opera NABUCCO (Va Pensiero), o hino extraoficial da Itália, em homenagem ao país onde a FEB atuou em combate no Teatro de Operações Europeu, adida ao V US Army.

Entre outros, anotamos as presenças de Diretores da Casa da FEB, Veteranos da FEB e Forças de Paz, do Arquiteto Marcos Konder, que projetou o Monumento, TCel FREIRE, Diretor do AHEx e Cap Alcemar Ferreira, Luiz de Souza Lisboa (FAIBRAS), Carla Wachweldt e Mark Pannel, Consul Diretor da Seção de Imprensa, Educação e Cultura do Consulado dos EUA, Insp Genésio Gregório, Cmt da 9ª. Insp da GM/RIO, Cel Gibson Martins do CML, e o Regente do Coral VOZES do FORTE, Fabiano Muniz.

Prof. Israel Blajberg

Diretor de Cidadania – FIERJ


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1 comentário

  1. É necessário e urgente que o monumento volte a cumprir funções tipicamente cemiteriais, deixando de ser um quartel para atender a imprescindível missão de ligar o mundo dos vivos e dos mortos. Cito aqui a tese de Francisco Ferraz: “Atualmente, a guarda do monumento, alternada periodiocamente entre soldados do Exército, Aeronáutica e Marinha, embora imprescindível para a integridade do patrimônio, adquiriu um caráter tão ostensivo que chega a intimidar o visitante, que tem que literalmente pular as correntes colocadas a dezenas de metros do monumento (não há uma “brecha” para entrada do visitante), para ter acesso a ele, depois de ser questionado por um soldado armado sobre os objetivos da visita. A presença de mais dois guardas armados na escadaria monumental distancia o visitante da experiência planejada pelos arquitetos, que era a integração com o monumento e a natureza. Empunhando fuzis, não podem e não devem servir como guias ou orientar o visitante, desencorajado de subir as escadas e contemplar o túmulo do soldado desconhecido ou vislumbrar o mar. O “monumento aos pracinhas”, como é popularmente conhecido, tornou-se um monumento essencialmente militar.
    Este distanciamento entre a homenagem e os homenageados ainda contém um ingrediente involuntário: a expressão formal abstrata do monumento”.

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